O céu trouxe a paisagem numa bandeja e nos serviu. Encostados na casca do tronco da árvore que subia galhos de sombras... e no fresquinho do vento soprando na pele. Quente como o chão.
Esticando o braço dava pra tocar na cerca de arame farpado, mas o risco de rasgar a roupa, de sangrar a pele - melhor não, melhor não arriscar, melhor não.
Outubro tem o cheiro do outro brotando na vontade, do querer, de não querer, do querer querendo parar no meio do caminho, mas querendo conhecer até acontecer, e acontecendo ter, até acontecer... De olhos fechados - só ela fechou.
As abelhas fazem mel e nós também, abelhas voam e nós... Abelhas zumbem, abelhas gozam e também fazem amor e mel.
Depois...
De volta, depois, tem silêncio guardado, segredo... Porque sim, porque não. Por que silêncio segredo sagrado, guardado? Porque sim, porque não... Por que?! Porque ainda não.
Esticando o braço dava pra tocar na cerca de arame farpado, mas o risco de rasgar a roupa, de sangrar a pele - melhor não, melhor não arriscar, melhor não.
Outubro tem o cheiro do outro brotando na vontade, do querer, de não querer, do querer querendo parar no meio do caminho, mas querendo conhecer até acontecer, e acontecendo ter, até acontecer... De olhos fechados - só ela fechou.
As abelhas fazem mel e nós também, abelhas voam e nós... Abelhas zumbem, abelhas gozam e também fazem amor e mel.
Depois...
De volta, depois, tem silêncio guardado, segredo... Porque sim, porque não. Por que silêncio segredo sagrado, guardado? Porque sim, porque não... Por que?! Porque ainda não.
- Mas antes de voltar pra casa, experimente parar em algum lugar só para comer nhoque a bolonhesa.

Em janeiro de 2007 passei a trabalhar para a NET (TV por assinatura) e o tempo que eu destinava à Revista MPB foi subistituído por esta nova atividade. Assim, passei o site para a minha amiga Caterine Vilardo.
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